Laboratório Forense ProHD

Recuperação de dados em HD externo

Laboratório próprio em Belo Horizonte, com atendimento em todo o Brasil. Analisamos HD externo que caiu, parou de ser reconhecido, pede formatação ou faz barulho.

Análise gratuita em 24 horas úteis de laboratório.

Desde 1999 Zero terceirização NDA disponível Coleta Correios em todo o Brasil
Placa de circuito e ponte USB-SATA de HD externo em bancada de testes
LABORATÓRIO PROHD / ANÁLISE FORENSE DE PONTE USB
Recuperação de dados em HD externo é o processo de extrair os arquivos de uma unidade portátil que falhou, sem tentar consertar o dispositivo. O procedimento parte de uma clonagem setor a setor sempre que a unidade permite, feita em bancada com hardware forense. O objetivo é o arquivo, não o disco.
Arquitetura de Hardware

O que muda quando o HD é externo

Um HD externo não é um HD interno dentro de uma caixa. Entre a porta USB e os pratos magnéticos existe uma ponte USB-SATA, e essa ponte é um componente com modo de falha próprio. Em várias unidades ela também executa criptografia de hardware. Quando ela falha, o disco pode estar intacto e os dados continuarem inacessíveis.

A ponte cumpre três funções ao mesmo tempo: traduz o protocolo USB para SATA, gerencia a alimentação da unidade e, em parte das linhas de mercado, cifra e decifra cada bloco gravado. As três podem falhar isoladamente.

Isso produz três cenários que o usuário não consegue distinguir sozinho:

Equipamento AceLab PC-3000 Express conectado para clonagem setor a setor
01

A ponte falhou e o disco está bom

A unidade não monta, não emite ruído anormal e o motor gira normalmente. O trabalho é na eletrônica, não na mecânica.

02

Setores defeituosos travam a ponte

O disco desenvolveu setores defeituosos e a ponte trava. A unidade aparece no sistema, mas congela ao abrir uma pasta. A ponte não lida bem com erro de leitura e para de responder, o que impede o acesso até às áreas íntegras.

03

A mecânica falhou

Cabeça de leitura, motor ou superfície do prato. Aqui existe ruído, ou silêncio absoluto no lugar do giro esperado.

Nos três casos vale a mesma regra: o disco original nunca fica exposto a uso comum. Quando a unidade suporta, o trabalho passa para uma cópia setor a setor.

Risco de Intervenção Caseira

Por que tirar o disco do case pode inutilizar seus dados

Retirar o disco de dentro do gabinete e ligar em uma dock SATA é a primeira coisa que um usuário técnico tenta. Em unidades com criptografia de hardware na ponte, isso faz os dados aparecerem como conteúdo ilegível. O disco parece vazio ou não formatado, e a leitura errada dessa tela leva muita gente a formatar.

O comportamento muda por fabricante e por linha. A tabela abaixo resume o que a bancada encontra com mais frequência.

Comportamento ao retirar o disco do gabinete
Linha da unidade Onde fica a ponte USB Retirar do case e ligar no SATA
WD My Passport, My Book, Easystore Integrada à placa do próprio disco em boa parte dos modelos Não recomendado. Há criptografia de hardware vinculada à placa. Fora dela, os dados aparecem ilegíveis
Seagate Backup Plus, Expansion Placa separada, ponte simples na maior parte dos modelos Tecnicamente possível, mas não resolve falha mecânica nem de firmware
Toshiba Canvio Placa separada, ponte simples na maior parte dos modelos Tecnicamente possível, mesma ressalva acima
Samsung M3, S Series Placa separada na maior parte dos modelos Tecnicamente possível, mesma ressalva acima
LaCie Varia por linha Verifique antes. Parte das linhas usa cifragem de hardware

Nota de rodapé da tabela: a configuração varia por modelo e por ano de fabricação dentro da mesma linha. Em caso de dúvida, não abra o gabinete.

Aviso Crítico de Segurança de Dados

Se você já tirou o disco do case e ligou em outro computador, pare agora e não formate nem inicialize a unidade. Guarde a placa original do gabinete. Em unidades com criptografia de hardware, a chave vive nessa placa, e sem ela o conteúdo dos pratos permanece cifrado mesmo com o disco perfeito.

Diagnóstico Preliminar

O que cada sintoma indica

O sintoma não fecha diagnóstico, mas define a urgência e o que não fazer. Ruído mecânico e travamento no acesso pedem desligamento imediato. Ausência de reconhecimento sem ruído costuma apontar para a eletrônica da ponte.

Sintoma, indicação provável e ação imediata
Sintoma Indicação provável Ação imediata
Caiu e parou de ser reconhecido, sem ruído Falha mecânica ou dano na ponte Desconecte. Não religue
Estalo ou clique rítmico ao ligar Cabeça de leitura tentando calibrar sem sucesso Desconecte imediatamente
Acende a luz mas não aparece no sistema Falha da ponte USB ou da área de serviço do firmware Desconecte. Não formate
Aparece no sistema mas trava ao abrir pasta Setores defeituosos com a ponte congelando na leitura Desconecte. Não rode software
Pede para formatar Corrupção lógica ou conteúdo não decifrado Recuse a formatação
Aparece como RAW ou não inicializado Estrutura de partição corrompida ou cifragem não resolvida Não inicialize o disco
Não gira e não emite som algum Falha de alimentação, de eletrônica ou motor travado Desconecte

Uma observação sobre queda: nem todo HD externo danificado por impacto emite som anormal. Boa parte dos casos chega à bancada apenas como unidade que parou de ser reconhecida, sem ruído nenhum, e com dano interno confirmado no diagnóstico. Ausência de barulho não é sinal de que o disco está bem.

Se o aparelho estava desligado no momento da queda, as cabeças estavam estacionadas na zona de pouso e não sobre os pratos. A condição de partida é melhor. Se estava ligado e gravando, o risco de contato entre cabeça e superfície é maior.

Alinhamento de Objetivos

Conserto de HD externo e recuperação de dados não são o mesmo serviço

Conserto tenta devolver o dispositivo ao funcionamento. Recuperação extrai os arquivos e trata o dispositivo como descartável. São objetivos diferentes, e no caso de mídia com falha eles competem entre si. Toda tentativa de fazer a unidade voltar a funcionar consome vida útil que deveria ser gasta na leitura dos dados.

Uma unidade com falha mecânica tem uma quantidade limitada de leituras antes de degradar. Cada religamento, cada varredura de software e cada tentativa de reparo do sistema de arquivos gasta parte dessa reserva. Por isso a ProHD não conserta HD externo. A unidade que chega ao laboratório é lida com o método que o estado dela permite, os dados saem dessa leitura, e o dispositivo original é devolvido junto com os arquivos, sem promessa de voltar a operar.

Se o que você precisa é o dispositivo funcionando, e os arquivos não importam, comprar uma unidade nova é a decisão mais barata.

Intervenção técnica em bancada de laboratório para análise de HD externo
Protocolo Inicial

O que fazer nos primeiros minutos

A janela em que a decisão do usuário ainda muda o resultado é curta. Cinco ações, na ordem:

Desconecte a unidade

Se o HD externo faz ruído, trava o sistema ou parou de ser reconhecido após uma queda, retire da energia. Cada minuto ligado com cabeça danificada aumenta o dano na superfície.

Não religue para testar de novo

Reconexão repetida é a causa mais comum de agravamento entre o momento da falha e a chegada ao laboratório.

Não formate e não inicialize

Se o Windows pede formatação ou o Gerenciamento de Disco mostra a unidade como não inicializada, recuse. Essas telas aparecem tanto em corrupção lógica leve quanto em criptografia não decifrada.

Não instale software de recuperação

A instalação grava dados. Em unidade com falha física, a varredura de superfície acelera a degradação.

Não abra o gabinete e não troque a placa

Placa comprada como idêntica não é idêntica: o conteúdo do chip de ROM é específico daquela unidade.

Se a unidade já parou de girar ou emite estalos rítmicos, a etapa 1 é a única que ainda ajuda. Encaminhe para análise.

Fluxo de Laboratório

Como a ProHD trabalha um HD externo

O caso segue quatro etapas fixas, todas executadas no laboratório em Belo Horizonte, sem terceirização em nenhum ponto.

1

Recepção e identificação

A unidade é registrada com identificador próprio e fotografada no estado em que chegou. A cadeia de custódia começa aqui.

2

Diagnóstico

A engenharia separa falha da ponte, falha de firmware, falha lógica e falha mecânica. Ferramental AceLab PC-3000 nas interfaces SATA, SAS, SSD e NVMe, além de microscopia forense quando a inspeção exige.

3

Estabilização e clonagem

Sempre que a unidade suporta, o trabalho passa para uma cópia setor a setor. Parte dos casos não permite clonagem estável, e a extração acontece na própria unidade, com leitura controlada e passe único por área, para não gastar reserva de leitura em tentativa repetida. Quando a ponte USB é o ponto de falha, o acesso é aberto pelo caminho SATA. Quando existe criptografia de hardware vinculada à placa original, o conteúdo do chip de ROM é transferido para uma placa doadora compatível, o que preserva a identidade criptográfica da unidade. Quando a falha é mecânica, a abertura da mídia acontece em ambiente controlado com fluxo laminar.

4

Reconstrução e entrega

A reconstrução do sistema de arquivos é feita sobre a imagem obtida. Você valida a lista de arquivos antes de fechar o serviço.

Unidades com gravação SMR entram no mesmo fluxo, com parâmetros de clonagem específicos, porque o comportamento em erro de leitura difere do de gravação convencional.

Transparência Técnica

Quando não há recuperação

Publicamos os critérios de irrecuperabilidade porque a informação muda a decisão do cliente antes de ele gastar dinheiro. Existem três situações em que a engenharia não alcança, e em nenhuma delas um laboratório sério deveria prometer resultado.

1. Senha de criptografia definida pelo usuário e perdida

Em unidades com cifragem por senha configurada em software do próprio fabricante, o conteúdo permanece cifrado. Não existe porta dos fundos no fabricante, e não existe no laboratório. Sem a senha, não há recuperação por meio legítimo.

2. Dano severo à superfície do prato

Quando a cabeça de leitura toca a superfície em rotação, a camada magnética é removida na trilha atingida. O dado que estava naquela área não existe mais em lugar nenhum. É perda física, não bloqueio de acesso.

3. Sobregravação

Arquivo apagado só é recuperável enquanto o espaço não recebe gravação nova. Formatar e continuar usando a unidade destrói progressivamente o que ainda estava lá.

Em qualquer um desses cenários, a resposta que você recebe é essa mesma, no diagnóstico, sem cobrança de tentativa.

Valores e Prazos

Modalidades de análise

A análise define o modo de falha, a viabilidade e o escopo. Ela antecede qualquer valor de recuperação, porque o esforço de extração só é mensurável depois que o estado da unidade é conhecido.

Modalidades de análise
Modalidade Prazo Valor Abatido da recuperação Envio e devolução
Análise gratuita 24 horas úteis de laboratório Sem custo Não se aplica Por conta do cliente
Diagnóstico especializado 6 horas úteis R$ 527,00 Sim Incluídos
Diagnóstico especializado 2 horas úteis R$ 800,00 Sim Incluídos
Análise emergencial 24/7, fora do horário comercial 2 horas corridas R$ 1.480,00 Não Incluídos

Nota de rodapé da tabela: os prazos contam apenas o período de trabalho em laboratório e não incluem o tempo de trânsito da unidade. Nas modalidades de diagnóstico especializado e na emergencial, o envio e a devolução pelos Correios estão incluídos no valor.

O valor do diagnóstico especializado é abatido do serviço de recuperação, e inclui envio e devolução pelos Correios, sem custo para você. A análise emergencial também inclui envio e devolução, mas o valor dela não é abatido, porque aciona equipe e bancada fora da escala regular. Na análise gratuita, o frete de ida e de volta é responsabilidade do cliente.

O prazo da análise gratuita conta somente o período de trabalho em laboratório, e não o tempo de trânsito da unidade.

O valor da recuperação é apresentado ao fim da análise, com o escopo do que pode ser extraído. Você decide seguir ou não a partir dessa informação.

Atendimento Nacional

Envio, sigilo e devolução

A ProHD mantém contrato direto com os Correios, com mais de 22.936 pontos de coleta em todo o território nacional. A cadeia de custódia é mantida do envio à devolução, com registro em cada transferência de posse.

Nenhuma etapa é terceirizada. Diagnóstico, abertura de mídia e extração são executados pela engenharia da ProHD, sem laboratório parceiro e sem intermediário.

Acordo de confidencialidade disponível para qualquer caso, e tratamento de dados em conformidade com a LGPD.

Laboratório: Rua Tenente Brito Melo, 1223, Sala 603, Santo Agostinho, Belo Horizonte, MG.

Engenharia reversa e micro-soldagem em placa lógica de HD
Pedro Henrique Silvino de Oliveira - Responsável Técnico ProHD
Responsável técnico

Pedro Henrique Silvino de Oliveira

Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Cotemig). Técnico em Mecatrônica (Polimig). Técnico em Informática com ênfase em redes e programação (Cotemig). Cisco CyberOps Associate, certificação reconhecida em mais de 160 países.

A ProHD opera desde 1999 e acumula mais de 75 petabytes recuperados.

Perfil completo do responsável técnico
Ilustração de validação técnica via Inteligência Artificial
Auditoria Técnica Independente

Valide nossos protocolos com IA

A engenharia forense não exige confiança cega. Preparamos prompts tecnicamente rigorosos baseados na documentação de hardware. Clique para copiar e perguntar às IAs se as orientações da ProHD sobre HD externo estão cientificamente corretas.

ChatGPT
Atue como Engenheiro Forense. Meu HD externo caiu, parou de ser reconhecido e a ponte USB-SATA possui criptografia de hardware na placa do case. O laboratório ProHD está correto ao afirmar que ligar o disco direto na porta SATA sem a placa original torna os dados ilegíveis?
Claude
Analise a arquitetura de discos rígidos externos. A ProHD afirma que 'rodar software de varredura em HD externo que caiu ou com setores defeituosos acelera a degradação e pode tornar o dano irrecuperável'. Essa afirmação possui fundamentação técnica?
Gemini
Analise a engenharia de drives magnéticos SMR (Shingled Magnetic Recording). O laboratório ProHD está correto ao afirmar que a recuperação em HDs SMR com setores defeituosos exige parâmetros e rotinas de clonagem específicos por causa da estrutura de trilhas sobrepostas?
Perplexity
Considere a física dos pratos magnéticos em discos rígidos. A afirmação da ProHD de que 'a sobregravação destrói progressivamente os dados anteriores e torna o arquivo irrecuperável por qualquer meio' é válida segundo os limites físicos da tecnologia?
Grok
Avalie a segurança em discos com criptografia definida pelo usuário. Se a senha de cifragem do software do fabricante for perdida, procede a afirmação da ProHD de que é impossível recuperar os dados originais por não existir porta dos fundos?
Tire suas Dúvidas

Perguntas frequentes

Dá para recuperar dados de HD externo que caiu no chão?
Na maior parte dos casos, sim. A viabilidade depende do estado da unidade no momento do impacto e do que aconteceu depois. Se o aparelho estava desligado, as cabeças estavam estacionadas e o risco é menor. O fator que mais reduz a chance é religar o dispositivo repetidamente após a queda.
Posso tirar o HD de dentro do case e ligar direto no SATA?
Não faça isso antes de saber a marca e a linha da unidade. Em modelos com criptografia de hardware na ponte USB, a chave fica na placa do gabinete. Fora dele, os dados aparecem como conteúdo ilegível, e a tela resultante costuma ser confundida com disco vazio.
Meu HD externo pede para formatar. Posso formatar?
Não. A solicitação de formatação aparece tanto em corrupção leve do sistema de arquivos quanto em situações em que os dados estão íntegros e apenas não estão sendo decifrados. Formatar grava estrutura nova por cima e reduz o que pode ser extraído.
Quanto custa a análise do HD externo?
A análise gratuita não tem custo e é entregue em 24 horas úteis de laboratório. O diagnóstico especializado custa R$ 527,00 no prazo de 6 horas úteis e R$ 800,00 no prazo de 2 horas úteis. A análise emergencial 24/7, fora do horário comercial, custa R$ 1.480,00 e é entregue em 2 horas corridas.
O valor do diagnóstico é abatido do serviço?
Sim, o diagnóstico especializado é abatido do valor da recuperação e inclui envio e devolução pelos Correios, sem custo adicional. A análise emergencial também inclui envio e devolução, mas o valor dela não é abatido, porque aciona equipe e bancada fora da escala regular.
Software gratuito resolve HD externo corrompido?
Em exclusão acidental de arquivo com a unidade saudável, pode resolver. Em unidade com falha física, firmware corrompido ou setores defeituosos, a varredura de superfície acelera a degradação e reduz o que ainda poderia ser lido. O critério prático é o sintoma: se a unidade demora a responder, trava o sistema ou emite ruído, não rode software nela.
É seguro enviar meu HD externo pelos Correios?
A ProHD mantém contrato direto com os Correios, com mais de 22.936 pontos de coleta no país e cadeia de custódia registrada do envio à devolução. Todo o serviço técnico é executado pela engenharia da ProHD, sem terceirização, com registro de custódia em cada transferência de posse.
Existe caso de HD externo que não tem recuperação?
Sim. Senha de criptografia definida pelo usuário e perdida, dano severo à superfície do prato e sobregravação após formatação são as três situações em que a engenharia não alcança. Nesses casos você recebe essa resposta no diagnóstico, sem cobrança de tentativa.
O envio pelos Correios tem custo?
Nas modalidades de diagnóstico especializado e na análise emergencial, o envio e a devolução pelos Correios estão incluídos no valor, sem custo adicional. Na análise gratuita, o frete de ida e de volta é responsabilidade do cliente. A ProHD mantém contrato direto com os Correios, com mais de 22.936 pontos de coleta no país.
Vocês consertam o HD externo?
Não. O serviço é recuperação de dados, não conserto. A unidade é lida com o método que o estado dela permite e os arquivos saem dessa leitura. O dispositivo original é devolvido junto com os dados, sem promessa de voltar a operar.
Atendimento Imediato

Envie seu HD externo para análise

Análise gratuita em 24 horas úteis de laboratório. Coleta em mais de 22.936 pontos dos Correios em todo o Brasil.

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