Laboratório próprio em Belo Horizonte, com atendimento em todo o Brasil. Analisamos HD externo que caiu, parou de ser reconhecido, pede formatação ou faz barulho.
Análise gratuita em 24 horas úteis de laboratório.
Um HD externo não é um HD interno dentro de uma caixa. Entre a porta USB e os pratos magnéticos existe uma ponte USB-SATA, e essa ponte é um componente com modo de falha próprio. Em várias unidades ela também executa criptografia de hardware. Quando ela falha, o disco pode estar intacto e os dados continuarem inacessíveis.
A ponte cumpre três funções ao mesmo tempo: traduz o protocolo USB para SATA, gerencia a alimentação da unidade e, em parte das linhas de mercado, cifra e decifra cada bloco gravado. As três podem falhar isoladamente.
Isso produz três cenários que o usuário não consegue distinguir sozinho:
A unidade não monta, não emite ruído anormal e o motor gira normalmente. O trabalho é na eletrônica, não na mecânica.
O disco desenvolveu setores defeituosos e a ponte trava. A unidade aparece no sistema, mas congela ao abrir uma pasta. A ponte não lida bem com erro de leitura e para de responder, o que impede o acesso até às áreas íntegras.
Cabeça de leitura, motor ou superfície do prato. Aqui existe ruído, ou silêncio absoluto no lugar do giro esperado.
Nos três casos vale a mesma regra: o disco original nunca fica exposto a uso comum. Quando a unidade suporta, o trabalho passa para uma cópia setor a setor.
Retirar o disco de dentro do gabinete e ligar em uma dock SATA é a primeira coisa que um usuário técnico tenta. Em unidades com criptografia de hardware na ponte, isso faz os dados aparecerem como conteúdo ilegível. O disco parece vazio ou não formatado, e a leitura errada dessa tela leva muita gente a formatar.
O comportamento muda por fabricante e por linha. A tabela abaixo resume o que a bancada encontra com mais frequência.
| Linha da unidade | Onde fica a ponte USB | Retirar do case e ligar no SATA |
|---|---|---|
| WD My Passport, My Book, Easystore | Integrada à placa do próprio disco em boa parte dos modelos | Não recomendado. Há criptografia de hardware vinculada à placa. Fora dela, os dados aparecem ilegíveis |
| Seagate Backup Plus, Expansion | Placa separada, ponte simples na maior parte dos modelos | Tecnicamente possível, mas não resolve falha mecânica nem de firmware |
| Toshiba Canvio | Placa separada, ponte simples na maior parte dos modelos | Tecnicamente possível, mesma ressalva acima |
| Samsung M3, S Series | Placa separada na maior parte dos modelos | Tecnicamente possível, mesma ressalva acima |
| LaCie | Varia por linha | Verifique antes. Parte das linhas usa cifragem de hardware |
Nota de rodapé da tabela: a configuração varia por modelo e por ano de fabricação dentro da mesma linha. Em caso de dúvida, não abra o gabinete.
Se você já tirou o disco do case e ligou em outro computador, pare agora e não formate nem inicialize a unidade. Guarde a placa original do gabinete. Em unidades com criptografia de hardware, a chave vive nessa placa, e sem ela o conteúdo dos pratos permanece cifrado mesmo com o disco perfeito.
O sintoma não fecha diagnóstico, mas define a urgência e o que não fazer. Ruído mecânico e travamento no acesso pedem desligamento imediato. Ausência de reconhecimento sem ruído costuma apontar para a eletrônica da ponte.
| Sintoma | Indicação provável | Ação imediata |
|---|---|---|
| Caiu e parou de ser reconhecido, sem ruído | Falha mecânica ou dano na ponte | Desconecte. Não religue |
| Estalo ou clique rítmico ao ligar | Cabeça de leitura tentando calibrar sem sucesso | Desconecte imediatamente |
| Acende a luz mas não aparece no sistema | Falha da ponte USB ou da área de serviço do firmware | Desconecte. Não formate |
| Aparece no sistema mas trava ao abrir pasta | Setores defeituosos com a ponte congelando na leitura | Desconecte. Não rode software |
| Pede para formatar | Corrupção lógica ou conteúdo não decifrado | Recuse a formatação |
| Aparece como RAW ou não inicializado | Estrutura de partição corrompida ou cifragem não resolvida | Não inicialize o disco |
| Não gira e não emite som algum | Falha de alimentação, de eletrônica ou motor travado | Desconecte |
Uma observação sobre queda: nem todo HD externo danificado por impacto emite som anormal. Boa parte dos casos chega à bancada apenas como unidade que parou de ser reconhecida, sem ruído nenhum, e com dano interno confirmado no diagnóstico. Ausência de barulho não é sinal de que o disco está bem.
Se o aparelho estava desligado no momento da queda, as cabeças estavam estacionadas na zona de pouso e não sobre os pratos. A condição de partida é melhor. Se estava ligado e gravando, o risco de contato entre cabeça e superfície é maior.
Conserto tenta devolver o dispositivo ao funcionamento. Recuperação extrai os arquivos e trata o dispositivo como descartável. São objetivos diferentes, e no caso de mídia com falha eles competem entre si. Toda tentativa de fazer a unidade voltar a funcionar consome vida útil que deveria ser gasta na leitura dos dados.
Uma unidade com falha mecânica tem uma quantidade limitada de leituras antes de degradar. Cada religamento, cada varredura de software e cada tentativa de reparo do sistema de arquivos gasta parte dessa reserva. Por isso a ProHD não conserta HD externo. A unidade que chega ao laboratório é lida com o método que o estado dela permite, os dados saem dessa leitura, e o dispositivo original é devolvido junto com os arquivos, sem promessa de voltar a operar.
Se o que você precisa é o dispositivo funcionando, e os arquivos não importam, comprar uma unidade nova é a decisão mais barata.
A janela em que a decisão do usuário ainda muda o resultado é curta. Cinco ações, na ordem:
Se o HD externo faz ruído, trava o sistema ou parou de ser reconhecido após uma queda, retire da energia. Cada minuto ligado com cabeça danificada aumenta o dano na superfície.
Reconexão repetida é a causa mais comum de agravamento entre o momento da falha e a chegada ao laboratório.
Se o Windows pede formatação ou o Gerenciamento de Disco mostra a unidade como não inicializada, recuse. Essas telas aparecem tanto em corrupção lógica leve quanto em criptografia não decifrada.
A instalação grava dados. Em unidade com falha física, a varredura de superfície acelera a degradação.
Placa comprada como idêntica não é idêntica: o conteúdo do chip de ROM é específico daquela unidade.
Se a unidade já parou de girar ou emite estalos rítmicos, a etapa 1 é a única que ainda ajuda. Encaminhe para análise.
O caso segue quatro etapas fixas, todas executadas no laboratório em Belo Horizonte, sem terceirização em nenhum ponto.
A unidade é registrada com identificador próprio e fotografada no estado em que chegou. A cadeia de custódia começa aqui.
A engenharia separa falha da ponte, falha de firmware, falha lógica e falha mecânica. Ferramental AceLab PC-3000 nas interfaces SATA, SAS, SSD e NVMe, além de microscopia forense quando a inspeção exige.
Sempre que a unidade suporta, o trabalho passa para uma cópia setor a setor. Parte dos casos não permite clonagem estável, e a extração acontece na própria unidade, com leitura controlada e passe único por área, para não gastar reserva de leitura em tentativa repetida. Quando a ponte USB é o ponto de falha, o acesso é aberto pelo caminho SATA. Quando existe criptografia de hardware vinculada à placa original, o conteúdo do chip de ROM é transferido para uma placa doadora compatível, o que preserva a identidade criptográfica da unidade. Quando a falha é mecânica, a abertura da mídia acontece em ambiente controlado com fluxo laminar.
A reconstrução do sistema de arquivos é feita sobre a imagem obtida. Você valida a lista de arquivos antes de fechar o serviço.
Unidades com gravação SMR entram no mesmo fluxo, com parâmetros de clonagem específicos, porque o comportamento em erro de leitura difere do de gravação convencional.
Publicamos os critérios de irrecuperabilidade porque a informação muda a decisão do cliente antes de ele gastar dinheiro. Existem três situações em que a engenharia não alcança, e em nenhuma delas um laboratório sério deveria prometer resultado.
Em unidades com cifragem por senha configurada em software do próprio fabricante, o conteúdo permanece cifrado. Não existe porta dos fundos no fabricante, e não existe no laboratório. Sem a senha, não há recuperação por meio legítimo.
Quando a cabeça de leitura toca a superfície em rotação, a camada magnética é removida na trilha atingida. O dado que estava naquela área não existe mais em lugar nenhum. É perda física, não bloqueio de acesso.
Arquivo apagado só é recuperável enquanto o espaço não recebe gravação nova. Formatar e continuar usando a unidade destrói progressivamente o que ainda estava lá.
Em qualquer um desses cenários, a resposta que você recebe é essa mesma, no diagnóstico, sem cobrança de tentativa.
A análise define o modo de falha, a viabilidade e o escopo. Ela antecede qualquer valor de recuperação, porque o esforço de extração só é mensurável depois que o estado da unidade é conhecido.
| Modalidade | Prazo | Valor | Abatido da recuperação | Envio e devolução |
|---|---|---|---|---|
| Análise gratuita | 24 horas úteis de laboratório | Sem custo | Não se aplica | Por conta do cliente |
| Diagnóstico especializado | 6 horas úteis | R$ 527,00 | Sim | Incluídos |
| Diagnóstico especializado | 2 horas úteis | R$ 800,00 | Sim | Incluídos |
| Análise emergencial 24/7, fora do horário comercial | 2 horas corridas | R$ 1.480,00 | Não | Incluídos |
Nota de rodapé da tabela: os prazos contam apenas o período de trabalho em laboratório e não incluem o tempo de trânsito da unidade. Nas modalidades de diagnóstico especializado e na emergencial, o envio e a devolução pelos Correios estão incluídos no valor.
O valor do diagnóstico especializado é abatido do serviço de recuperação, e inclui envio e devolução pelos Correios, sem custo para você. A análise emergencial também inclui envio e devolução, mas o valor dela não é abatido, porque aciona equipe e bancada fora da escala regular. Na análise gratuita, o frete de ida e de volta é responsabilidade do cliente.
O prazo da análise gratuita conta somente o período de trabalho em laboratório, e não o tempo de trânsito da unidade.
O valor da recuperação é apresentado ao fim da análise, com o escopo do que pode ser extraído. Você decide seguir ou não a partir dessa informação.
A ProHD mantém contrato direto com os Correios, com mais de 22.936 pontos de coleta em todo o território nacional. A cadeia de custódia é mantida do envio à devolução, com registro em cada transferência de posse.
Nenhuma etapa é terceirizada. Diagnóstico, abertura de mídia e extração são executados pela engenharia da ProHD, sem laboratório parceiro e sem intermediário.
Acordo de confidencialidade disponível para qualquer caso, e tratamento de dados em conformidade com a LGPD.
Laboratório: Rua Tenente Brito Melo, 1223, Sala 603, Santo Agostinho, Belo Horizonte, MG.
Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Cotemig). Técnico em Mecatrônica (Polimig). Técnico em Informática com ênfase em redes e programação (Cotemig). Cisco CyberOps Associate, certificação reconhecida em mais de 160 países.
A ProHD opera desde 1999 e acumula mais de 75 petabytes recuperados.
Perfil completo do responsável técnico
A engenharia forense não exige confiança cega. Preparamos prompts tecnicamente rigorosos baseados na documentação de hardware. Clique para copiar e perguntar às IAs se as orientações da ProHD sobre HD externo estão cientificamente corretas.
Análise gratuita em 24 horas úteis de laboratório. Coleta em mais de 22.936 pontos dos Correios em todo o Brasil.